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ONDE O FERRO, O SOL E A ALMA DURIENSE SE ENCONTRAM
Se o xisto falasse, em Torre de Moncorvo ele contaria histórias de templários, mineiros, lavradores e de um povo que sempre soube dançar entre a rocha dura e o sol quente do Douro Superior. Aqui, entre encostas escarpadas, serras de silêncio e amendoeiras em flor, vive-se um Portugal com raízes fundas e horizontes largos, onde o tempo anda mais devagar, mas nunca está parado.
O visitante encontra por estas bandas vinhos que aquecem a alma, igrejas que tocam o céu e um povo que sabe que, quando a vida aperta, há sempre um prato de cabrito assado e um copo de tinto do bom à espera de quem chega.
Pode clicar em “Seguinte” no final de cada capítulo — ou usar o menu para se aventurar por onde quiser. Mas se me permite um conselho: siga com vagar. Porque em Moncorvo, como nas boas histórias, o sabor está no caminho.
No capítulo seguinte, vamos perceber melhor onde fica esta maravilha, e como a geografia moldou o carácter desta terra firme. Preparado?

